
Notas de Prova
Da minha terra alguma coisa tinha de vir de bom, além de mim claro, isto se pensarmos ser possível vir algo bom das terras do Demo.
Há umas décadas o que se destacava em termos de vinhos na região era o Terras do Demo branco que certamente muitas pessoas ainda terão na memória, pois na altura os vinhos brancos no mercado deixavam muito a desejar e este vinho era uma lufada de ar fresco, não que fosse muito frutado mas porque graças a uma mineralidade profunda conseguia ser algo mais que a generalidade. No entanto, neste momento o que se tem destacado pela excelsa qualidade é o espumante, feito exclusivamente de Malvasia Fina, que antes era vendida à Murganheira. Em boa hora os responsáveis da Adega desviaram algumas dessas uvas para experimentarem produzir este espumante, que desde o início foi um tremendo sucesso. Bastará atentar no crescimento do número de garrafas produzidas para se ter uma ideia do furor que está a causar: 5000 – 50000 – 120000 – 180000. Elucidativo, com a vantagem de não estar a baixar de qualidade como demasiadas vezes acontece nestes casos. Este sucesso muito se deverá ao trabalho que o enólogo Jaime Brogo desenvolveu, ele que desde há muito trabalha numa região onde os espumantes são um ex-líbris, a Bairrada.
Este Bruto Suave, como gosto de chamar a estes espumantes, que apesar de terem pouco açúcar, são espumantes que agradam a quase toda a população por terem uma acidez controlada e bem integrada. Aromaticamente delicado, com aromas a flores brancas do campo, tem uma bolha abundante, não muito fina mas não agressiva, pois na boca é delicada e persistente graças a uma boa combinação entre força e elegância.
Bebam-no fresquinho em flutes (não em taças por favor) como welcome drink ou a acompanhar umas tapas salgadas
Da minha terra alguma coisa tinha de vir de bom, além de mim claro, isto se pensarmos ser possível vir algo bom das terras do Demo.
Há umas décadas o que se destacava em termos de vinhos na região era o Terras do Demo branco que certamente muitas pessoas ainda terão na memória, pois na altura os vinhos brancos no mercado deixavam muito a desejar e este vinho era uma lufada de ar fresco, não que fosse muito frutado mas porque graças a uma mineralidade profunda conseguia ser algo mais que a generalidade. No entanto, neste momento o que se tem destacado pela excelsa qualidade é o espumante, feito exclusivamente de Malvasia Fina, que antes era vendida à Murganheira. Em boa hora os responsáveis da Adega desviaram algumas dessas uvas para experimentarem produzir este espumante, que desde o início foi um tremendo sucesso. Bastará atentar no crescimento do número de garrafas produzidas para se ter uma ideia do furor que está a causar: 5000 – 50000 – 120000 – 180000. Elucidativo, com a vantagem de não estar a baixar de qualidade como demasiadas vezes acontece nestes casos. Este sucesso muito se deverá ao trabalho que o enólogo Jaime Brogo desenvolveu, ele que desde há muito trabalha numa região onde os espumantes são um ex-líbris, a Bairrada.
Este Bruto Suave, como gosto de chamar a estes espumantes, que apesar de terem pouco açúcar, são espumantes que agradam a quase toda a população por terem uma acidez controlada e bem integrada. Aromaticamente delicado, com aromas a flores brancas do campo, tem uma bolha abundante, não muito fina mas não agressiva, pois na boca é delicada e persistente graças a uma boa combinação entre força e elegância.
Bebam-no fresquinho em flutes (não em taças por favor) como welcome drink ou a acompanhar umas tapas salgadas

